Author Archives: drcursor

O povo é quem mais ordena!

Já dizia o sábio poeta, “O povo é quem mais ordena!”, pois em Alfama, terra sobre o jugo da EMEL e CML, o povo que mais ordena, é o povo de fato e gravata, o povo de BMW, Mercedes, ou matricula estrangeira.
Pois quando o verdadeiro povo, o que trabalha ou vive o seu dia-a-dia em Alfama, precisa de entrar com o seu automovel está sujeito a mil e um obstaculos, quer quando o seu veiculo normal avaria, quer quando um familiar o vem visitar, ou simplesmente quando precisa de transportar algo em carro alheio (principalmente no caso, de muitos, que não tem carros próprios) – mil e um obstaculos, que mesmo com presença da PSP a dar ordens em contrário nunca são ultrapassaveis!
Mas…quando se trata de um carro de marca mais alta, principalmente com matricula estrangeira, ou pessoas bem vestidas lá dentro, podem entrar sem autorizacao – e, quando existe uma festa da mais alta e fina sociedade lisboeta, entao tudo fica mais facil, abre-se escancaradamente o pilarete para que possam entrar e estacionar sem problemas, e possam disfrutar da nossa bela Alfama – cheia de carros, mas sempre charmosa…

Adenda:
A festa deve ter sido esta

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“Só aqui em Alfama a Câmara gasta 52.000 euros por mês”

Câmara de Lisboa já gastou mais de 3,7 milhões com realojamentos de Alfama . Só aqui em Alfama a Câmara gasta 52.000 euros por mês em apoios e realojamentos, o que dá mais de 600.000 euros/ano. Isto porque as obras foram lançadas sem garantia de financiamento, muitas sem projecto”, disse António Costa.

Reabilitação Urbana
Câmara de Lisboa já gastou mais de 3,7 milhões com realojamentos de Alfama
A Câmara de Lisboa gastou mais de 3,7 milhões de euros desde 2003 para realojar as pessoas que moravam nos edifícios de Alfama incluídos nas ‘mega-empreitadas’ e nas operações de reabilitação urbana da EPUL.

Segundo revelou hoje o presidente da autarquia, António Costa, são gastos cerca de 52.000 euros por mês em apoios e realojamentos directos.

“Só aqui em Alfama a Câmara gasta 52.000 euros por mês em apoios e realojamentos, o que dá mais de 600.000 euros/ano. Isto porque as obras foram lançadas sem garantia de financiamento, muitas sem projecto”, disse o autarca.

António Costa falava no final de uma visita a alguns dos 40 edifícios de Alfama e Castelo incluídos nas acções prioritárias de reabilitação urbana que a autarquia quer realizar com o empréstimo negociado com o Banco Europeu de Investimento e que aguarda aprovação pela Assembleia Municipal.

De acordo com o director da Unidade de Projecto de Alfama, Nuno Morais, no total são 40 edifícios – 35 em Alfama e cinco no Castelo -, que abrangem 117 habitações e cujo custo de reabilitação está estimado em 12 milhões de euros.

“Este ano ainda serão lançadas algumas destas obras”, afirmou Nuno Morais, que falava frente a um edifício que ruiu junto ao Largo do Chafariz de Dentro e do qual apenas se conseguiu recuperar a fachada.

Durante a visita, num percurso entre o Largo das Portas do Sol e o Largo de Chafariz de Dentro, a comitiva da Câmara, composta por vereadores, directores de departamento, técnicos e assessores, foi ouvindo algumas provocações de moradores, que se dirigiam ao presidente da autarquia para fazer as suas queixas.

Respondendo a um cumprimento do presidente da Câmara, um funcionário de um restaurante na Travessa S. Miguel comentava, apontando para o prédio: “Está bom está…isto só estará bom quando edifícios como este estiverem recuperados”.

“Ó António! É pá, eu queria o António mas não era o senhor”, brincou uma moradora, quando saía de uma mercearia e quase chocou contra o presidente da Câmara, provocando uma gargalhada geral na comitiva.

Mais abaixo, no Largo do Chafariz de Dentro, a própria presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão, Maria de Lurdes Pinheiro, aproveitou para reclamar dos atrasos das obras e criticar os cartazes com a indicação ‘Aprovado’ e ‘Aguarda Aprovação pela Assembleia Municipal’ colocados pela autarquia em vários edifícios da cidade.

“Isto em vez de ‘Aprovado’ ou ‘Aguarda Aprovação’ devia era dizer ‘Recuperado’ senhor presidente”, afirmou a autarca, recebendo de António Costa a resposta “há-de dizer, há-de dizer”.

“É o mesmo que fazia o Santana Lopes quando estava na Câmara. Dizia que fazia”, contrapôs a autarca.

Questionado pela Lusa quanto às críticas à colocação dos cartazes nos prédios, António Costa afirmou: “Isso são ‘fait-divers’. As pessoas precisam de saber o que passa na cidade e isto é informação. Quanto ao resto, deviam era preocupar-se com o facto de as pessoas estarem fora das suas casas por causa de obras mal programadas e com o dinheiro que a Câmara gasta nesses realojamentos”.

A Lusa questionou o vereador das Finanças, Cardoso da Silva, sobre os custos destes cartazes, mas o autarca disse não saber qual o valor envolvido, remetendo para os serviços de publicidade.

Já no final da visita, o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, revelou que a autarquia conseguiu levar para Alfama 40 famílias desde o início do mandato e criticou os gastos das três sociedades de reabilitação urbana (SRU) criadas pela autarquia.

“As três SRU gastaram 14 milhões de euros e apenas recuperaram um edifício municipal”, afirmou.

Lusa/SOL

Alfama recusa chantagens!

Depois do já famoso caso das imagens do M.E. sobre o Magalhães no Tempo de Antena do PS, é a vez da chantagem chegar ao nosso bairro!

Começou por colocar estas maravilhas no meio do espaço público (já tendo por várias vezes mudado de sitio…):

A Camara quer recuperar o seu bairro

[A Câmara quer recuperar o seu bairro. PSD ameaça chumbar]

E agora coloca, com o dinheiro da CML, ou seja o dinheiro de todos nós, o seguinte:

Aprovado CML / Aguarda aprovação AML

[Aprovado pela Câmara Municipal de Lisboa / Aguarda aprovação pela Assembleia Municipal de Lisboa]

Senhores responsáveis do Partido Socialista por favor não gastem o nosso dinheiro em guerrilhas com outras forças politicas – se querem guerrear outras forças politicas, façam-no concretizando as obras que o nosso bairro e o nosso concelho tanto necessitam!

De nada nos serve ler a revista do PS em que nos dizem que o actual Presidente da Junta de São Miguel, que é Presidente de Junta há 30 anos (quando so o é há 6…) acha que tudo tem avançado bem desde que o PS preside ao executivo camarário, quando o que se vê na rua é abandono e chantagens com empréstimos.

Meus senhores – a população de Alfama não quer empréstimos, não quer mega-empreitadas, nem mega-planos de recuperação que fiquem para as calendas – a população de Alfama EXIGE que seja feito algo para melhorar a sua vida diária HOJE !

A População de Alfama recusa-se a aceitar o abandono a que foi deixado o seu Bairro e Património

A APPA – Associação do Património e da População de Alfama decidiu avançar com um abaixo assinado junto da população de Alfama, e de todos quanto os se preocupam e gostam deste Bairro com vista a pressionar a Câmara de Municipal de Lisboa a avançar com as devidas diligências para resolver as situações de abandono com obras paradas que privam a população de Alfama das condições minimas de habitabilitade e tornam este bairro histórico da capital portuguesa um estaleiro de obra que põe em risco população e visitantes e deixa junto destes últimos uma péssima imagem do nosso pais.

Os interessados poderão ler mais informação no site da APPA, ou assinar o abaixo assinado em diversos locais da freguesia assim como online em : http://www.petitiononline.com/alfama

Câmara prevê investir 26,5 milhões de euros nos Bairros de Alfama e Castelo

Lisboa/Orçamento: Câmara prevê investir 94,9 milhões de euros na reabilitação de bairros históricos até 2011

Lisboa, 12 Dez (Lusa) – A Câmara Municipal de Lisboa prevê gastar quase 95 milhões de euros em reabilitação urbana em várias zonas e bairros da capital até 2011, dos quais 19,6 milhões de euros só em 2008.

De acordo com o plano plurianual de investimentos da autarquia apresentado terça-feira pelo presidente da autarquia, António Costa, os bairros de Alfama e do Castelo vão ser os mais beneficiados, com um montante global de 26,5 milhões de euros, dos quais 5,3 milhões de euros a aplicar já no próximo ano.

O Bairro Alto e a Bica vão receber 15,9 milhões de euros nos próximos quatro anos, sendo que 3,6 milhões de euros serão investidos em 2008.

A zona da Baixa/Chiado foi contemplada com uma verba de 9,4 milhões de euros (1,4 milhões em 2008); a Mouraria com 8,7 milhões de euros (1,2 milhões em 2008); o Parque Mayer com 7,2 milhões de euros (650 mil euros em 2008); e a Madragoa com 5 milhões de euros (1,5 milhões em 2008).

O montante remanescente das verbas, que ainda assim totaliza 21,8 milhões de euros, vai ser aplicado em intervenções em diversos locais, dos quais 5,7 milhões de euros no próximo ano.

Lusa/Fim

Terminal dos Cruzeiros – Associação de Alfama congratula-se pelo abandono do projecto

A associação do património e população de Alfama congratulou-se hoje pelo abandono do projecto do terminal de cruzeiros, defendendo a reabilitação do bairro em detrimento de um investimento daquela natureza.

 A Associação do Património e da População de Alfama (APPA), manifestou, em comunicado, o seu «regozijo» pela anunciada decisão de abandonar o projecto de terminal de cruzeiros em Santa Apolónia, um projecto da Administração do Porto de Lisboa, entidade tutelada pelo ministério da Obras Públicas.

O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa (PS), afirmou terça-feira que o projecto, que envolvia a construção de um muro com seis metros de altura e 600 metros de comprimento, está «morto e enterrado».

«Pensamos que se tratava de um mau projecto, feito sem qualquer discussão pública, e que teria graves impactos em Alfama ao nível do acesso ao rio, de sistema de vistas, fluxos de tráfego e equipamentos sociais e congratulamo-nos com o seu abandono», declarou a associação, que promoveu a semana passada um debate sobre o terminal.

A APA continua a «questionar a oportunidade deste investimento», afirmando se «não seria mais urgente investir no processo de reabilitação urbana dos bairros históricos, que se encontra paralisado há anos».

«Por outro lado, pensamos que devem ser estudadas localizações alternativas para este equipamento e que a Doca do Jardim do Tabaco deve ser reabilitada como um espaço público de fruição do Tejo», acrescentam.

Lusa/SOL

Assembleia de Freguesia de Santo Estevão toma posicão quanto à modificação da Rede da Carris

A Assembleia de Freguesia de Santo Estevão tomou posicão quanto à modificação da Rede da Carris, aprovando por unanimidade a seguinte moção:

“Em 2006 a Carris criou a Rede 7, apesar das muitas críticas e dos pareceres desfavoráveis da Câmara Municipal de Lisboa (aprovados por unanimidade) e da Assembleia Municipal de Lisboa.
Tais alterações traduziram-se em menos autocarros, supressão de carreiras e redução de serviço noutras, com prejuízo para muitos passageiros.
A própria Carris reconheceu nessa altura que as mudanças estavam a ser efectuadas antes de haver uma justificação real, uma vez que ainda não estão concluídas as obras de alargamento do serviço do Metro, nem está normalizado o serviço fluvial no Cais do Sodré e no Terreiro do Paço e permanece encerrado o túnel do Rossio.
Recentemente vieram a público notícias de que a Carris prevê alterar 22 por cento da rede, na chamada 2.ª fase da Rede 7, com alterações em 16 carreiras, em consequência da extensão do Metro.
A Carris quer-nos retirar as carreiras 9, 90 e 746 (é eliminado o trajecto entre o Marquês de Pombal e Santa Apolónia).
Depois desta remodelação, haverá mais cortes nas carreiras e maior tempo de espera nas paragens. Sofrem todos os que precisam usar o transporte público e sofrem ainda mais as pessoas idosas e as que estão dependentes dos autocarros para o seu dia-a-dia.
A proposta da Carris depende da aprovação do Governo. À administração da empresa e ao ministro dos Transportes apelamos para que a «segunda fase» da «Rede 7» seja profundamente alterada. À Câmara Municipal de Lisboa apelamos para que dê um parecer negativo a tão graves intenções.
Considerando que a Câmara Municipal de Lisboa tem que apreciar e dar parecer sobre esta matéria; considerando também que o direito à circulação é um factor de cidadania e que os transportes públicos devem ser os instrumentos privilegiados para o seu exercício, a Assembleia de Freguesia de Santo Estêvão, reunida no dia 3 de Outubro de 2007, delibera:
1) Recomendar à Câmara Municipal de Lisboa que assuma uma posição interventiva e crítica junto da Carris, no sentido da defesa dos interesses dos utentes, o que implica a reposição das carreiras alteradas em 2006 pela Rede 7, bem como a recusa de novos cortes no serviço de transporte público.
2) Exigir junto da Administração da Carris que, para qualquer futura alteração na rede de transportes, seja previamente solicitado o parecer dos órgãos autárquicos da cidade e das freguesias afectadas.

Lisboa 3/10/2007 “